O Brasil precisa de empresas que ainda não existem.
O capital brasileiro persegue companhias grandes. Persegue o que já foi construído por outros, em outro tempo, sob outras regras. O resultado é previsível: múltiplos comprimidos, governança replicada, teses derivativas. Nosso trabalho é o inverso. Identificamos mercados que ainda não tomaram forma — cadeias produtivas sem coordenação, regulação em transição, tecnologias maduras procurando endereço — e escrevemos a tese antes que ela vire consenso.
